quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Mensagem Pastoral: “Reconstruindo os muros, derrubando as muralhas e buscando a gloria do Senhor”.



Texto: Neemias 2.17- “Então lhes disse: Bem vedes vós a miséria em que estamos que Jerusalém está assolada e as suas portas tem sido queimadas, vinde, pois, e reedifiquemos os muros de Jerusalém e não estejamos mais em opróbrio”.

INTRODUÇÃO:

            Neemias estava na cidade de Susã em meados dos anos 445 a.C. depois da saída do povo do exilio. Seu trabalho era como copeiro do rei Artaxerxes. Sua história toma destaque e começa a se desenvolver a partir do momento que ele recebe a visita de um de seus irmãos (Hanani), que vindo de Jerusalém trás noticias de como estava Jerusalém sua cidade, que um dia foi tão extraordinário, e agora só restavam entulhos, muros rachados e pedras deslocadas.  A situação da cidade era totalmente desoladora. Ao lermos o texto sagrado observamos que ao receber tal noticia Neemias ficou desesperado e passou muitos dias tristes a ponto de ser observado pelo rei, que vendo sua tristeza ouviu seu pedido e prometeu enviá-lo para reconstruir os muros da cidade de Jerusalém. Em nossos dias estamos vendo tanta turbulência, desespero e insegurança. Restando-nos depositar nossa total confiança no Senhor nosso Deus para obtermos respostas e vitória para seguirmos em frente. Neemias estava no conforto do palácio, e seria mais cômodo para ele continuar sua vida confortável, ao invés de se envolver com uma causa que aos olhos humanos era difícil de ser revertida. A reconstrução dos muros daquela cidade não seria tarefa fácil, e talvez fosse melhor não se envolver. Mas não. Neemias preferiu seguir o que estava em seu coração e foi em busca de sua felicidade e de seus irmãos, não quis ser egoísta e ficar em uma situação confortável no palácio.  Sabemos que quando muitos estão sofrendo, perdidos e sem perspectivas, não podemos ser indiferentes, olhando apenas para nossa condição pessoal e nos esquecendo das pessoas ao nosso redor. Sabemos que as emoções não representam um fim em si mesmo, senão um recomeço, um processo longo que requer esforço para acontecer tão esperada mudança.

Ao vermos a historia desse homem de Deus (Neemias), podemos tirar algumas lições importantes para nossa vida:

Neemias tinha um coração cheio de empatia. Não apenas chorou, mas também orou e jejuou (Neemias 1.4-5); ele sabia que a causa não seria de fácil solução e por isso precisava da total dependência de Deus. Para ele a realidade natural era resultado de fatores espirituais. O povo pecou e por esse motivo estavam sofrendo as consequências;





2ª – Neemias sabia que sem a intervenção divina sua jornada não teria sucesso, por isso que ele começou contando tudo a Deus e confessando pecados;
3ª – Mesmo com todas as dificuldades, e mediante os momentos de oração, Neemias entregou tudo nas mãos de Deus e continuou seu trabalho de copeiro perante o rei Artaxerxes. A oração não deve ser um ponto final, ela tem que ser de imediato uma das providencias a serem tomadas nas dificuldades surgidas em nossa caminhada. Foi isso que Neemias fez orar;
4ª – Depois de terminada a sua oração, Neemias tomou a iniciativa de pedir permissão ao rei para ausentar-se por alguns dias para reconstruir os muros de sua cidade;
5ª – A visão de Neemias foi além da crise, ele partiu para exercer um projeto audacioso, talvez uma loucura aos olhos de seus inimigos, Sambalate, Jasen  e Tobias, mais aos olhos de quem tem Deus nenhum projeto é falível;
6 – Conclusão:
Quais exemplos mais se podem tirar desse extraordinário homem de Deus? É que não podemos resolver nada sem a oração. A oração é a chave de toda vitória, e Neemias tomou como sua primeira iniciativa orar e confessar pecados perante Deus. Aprendemos também que nossos sonhos projetos e aspirações devem estar em total dependência de Deus. Sem Ele todos os projetos são vazios. Aqueles que começarem qualquer projeto ou obra sem a oração serão responsáveis pelo seu fracasso também. Chegou o tempo de restauração dos muros de nossa cidade, o nosso templo, o nosso corpo, (I Co 3.16,17; 6.19,20).  Busquemos ao Senhor e reconstruamos os muros, e quebremos as muralhas que impedem a glória de Deus agir em nossa vida.  Assim teremos, verdadeiramente,  um ano novo feliz e próspero. 

No amor de Jesus Cristo,                                                                                                                               Pastor Manassés Santos

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Faça tudo, mas não peque

Foto: pixabay.com
Apesar de ser um homem íntegro, reto e temente a Deus, Jó foi atingido por terríveis calamidades que destruíram seus filhos, seus bens e sua saúde. Ele ficou angustiado, chorou e lamentou, mas “em tudo isto Jó não pecou nem atribuiu a Deus falta alguma” (Jó 1.26).
Diante das situações que nos surpreendem e afligem, quais são as nossas reações? Geralmente, o dia da provação é também o dia da tentação, embora estas coisas sejam distintas.
Quando tudo dá errado, o indivíduo pode se sentir tentado a usar a circunstância como desculpa para o pecado, como quem diz: “Já que Deus permitiu isso, então vou pecar”. “Já que fiz do jeito certo e deu errado, agora farei do jeito errado”.
José do Egito poderia pensar assim, depois de tantas experiências ruins, e aceitar a proposta da mulher de Potifar, mas não aceitou.
Daniel, sendo levado preso para a Babilônia, poderia ter se entregado aos prazeres do palácio, mas não se entregou.
Não pecar deve ser uma das nossas principais preocupações, muito mais do que ganhar, lucrar ou conquistar. Não pecar é o limite para nossas ações e palavras.
Paulo escreveu: “Irai-vos, e não pequeis” (Efésios 4.26). Será que podemos parafrasear o apóstolo? Façam amizades, mas não pequem. Namorem, mas não pequem. Divirtam-se, mas não pequem. Participem das redes sociais, mas não pequem.
Pecado é tudo aquilo que contraria a vontade de Deus. Se este conceito for muito difícil pra você, comece evitando o que a sua consciência rejeita, o que os seus pais proíbem e aquilo que os seus líderes reprovam.
Jesus foi tentado de todas as formas, mas não pecou (Hb 4.15). Ele é o nosso exemplo. Ser cristão é ser imitador de Cristo. Não somos perfeitos, mas a vida cristã é um processo de aperfeiçoamento, cujo resultado só será pleno quando entrarmos na glória celestial. Enquanto estamos aqui, precisamos viver engajados neste propósito de não pecar, embora nem sempre consigamos.
O que não pode acontecer é a inversão deste raciocínio, fazendo-se do pecado um modo de viver.
Não pecar é um alvo tão importante, que deveríamos buscá-lo a todo custo:
“Ainda não resististes até o sangue, combatendo contra o pecado” (Hebreus 12.4).
Nenhum de nós pode dizer que nunca pecou. Nem sobre Jó podemos afirmar tal coisa. Pecamos muitas vezes, mas existem pecados que podemos evitar. Deveríamos evitar todos eles, mas isto não é possível. Contudo, não podemos relaxar e pensar que o pecado seja normal. Não é.
“Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo” (1 João 2.1).
Se pecarmos, Jesus intercede por nós. “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1.9).
Porém, não abuse desta possibilidade de purificação. Muitos pecam e morrem antes de pedir perdão.
Que a experiência de Jó nos sirva de exemplo. Sua vida era assistida por Deus e por Satanás. No final, o Senhor foi glorificado; o inimigo foi envergonhado; e Jó recebeu a cura e a restauração.
:: Pr. Anísio Renato de Andrade,lagoinha.com

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Dualidade

Foto: Internet

Há dentro de você um cordeiro e um leão. A maturidade espiritual é a habilidade de permitir que o cordeiro e o leão deitem-se juntos. Seu leão é o “eu” adulto e agressivo. É seu “eu” que toma iniciativas e decisões. Contudo, há também o seu cordeiro amedrontado e vulnerável; a parte de você que precisa de afeição, apoio, afirmação e cuidado.
Atentando somente para o leão, você se verá além de seus limites, e chegará à exaustão. Quando prestar atenção somente no cordeiro, você facilmente se tornará uma vítima de sua necessidade de receber atenção de outras pessoas. A arte da vida espiritual é sustentar plenamente tanto seu leão quanto seu cordeiro. Assim, você poderá agir de maneira positiva, sem negar suas próprias necessidades. E poderá pedir afeição e cuidado sem trair sua vocação de líder.
Desenvolver sua identidade como um filho de Deus não significa, de forma alguma, abrir mão de suas responsabilidades no mundo. Assim como afirmar seu “eu” adulto não significa, de forma alguma, que você não possa se tornar um filho cada vez mais dependente de Deus. Na realidade, o oposto é verdadeiro. Quanto mais segurança você puder sentir como um filho de Deus, mais livre estará para sustentar sua missão no mundo como um ser humano responsável. E quanto mais consciente você estiver que tem uma tarefa singular e única a cumprir para Deus, mais aberto estará para permitir que sua necessidade mais profunda seja suprida.
::Henri Nouwen – Ultimato

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Você sabe o que é o Batismo nas águas?


O Batismo nas águas é um acontecimento de suma importância na vida de todo o crente em Jesus Cristo. Através do batismo é que nós testificamos, que somos salvos, e que não vivemos mais para o mundo, pois o batismo nas águas é um símbolo de “sepultamento”, isto é, Quando o salvo desce às águas batismais e é coberto por elas, declara que, ao crer em Jesus, morreu para o mundo de pecado e foi sepultado com Cristo.

Simbolicamente, quando ele sai das águas, está declarando que ressurgiu para viver uma nova vida em Cristo (Rom. 6:6-14; Col. 2:12). Assim, o significado do batismo é morte, sepultamento e ressurreição.

No Domingo ás 14h, teremos BATISMO NAS ÁGUAS para nossa igreja Sede e Congregações.

Se você é da nossa igreja, ainda não é batizado e tem interesse em se batizar. Procure o Pastor Manassés na Sede ou o seu Dirigente na Congregação e converse com ele.


terça-feira, 13 de outubro de 2015

A arte de amar e deixar de amar


Não amem o mundo, nem as coisas que há nele. Se vocês amam o mundo, não amam a Deus, o Pai. (1Jo 2.15)
A capacidade de amar deve estar sob controle. O fato é que não deveríamos amar algumas das coisas que amamos. Do mesmo modo, algumas coisas que não amamos deveriam ser amadas por nós. O controle sobre o amor é um exercício extremamente necessário (e difícil), pois nunca ficamos sem amar. Amamos errado, mas amamos.
Não devemos amar o mundo e nós o amamos. Não devemos amar o dinheiro e nós o amamos. Não devemos amar as obras da carne e nós as amamos. O homem não deve amar a mulher de outro, assim como a mulher não deve amar o marido de outra, mas isso acontece. Não devemos amar o supérfluo e nós amamos.
Portanto, a palavra de João é corajosa e oportuna: “Não ame o mundo, nem as coisas que há nele”. Primeiro, porque se amamos o mundo, não amamos o Pai (o Pai e o mundo são completamente antagônicos). Segundo, porque o que há no mundo não merece o nosso amor: “a cobiça sensual, a cobiça do que se vê, o gabar-se da boa vida” (1Jo 2.16, BP). Terceiro, porque o mundo passa com todas essas coisas más e nós ficaremos sem nada.
Essa capacidade de amar tem que ser usada positivamente. É só virar o leme. Precisamos amar a Deus sobre todas as coisas, pois ele é digno desse amor e esse amor nos faz bem. Precisamos amar o próximo tão intensamente quanto amamos a nós mesmos, pois isso soluciona vários problemas e esse amor nos faz bem. Precisamos amar o inimigo, pois isso impede a pena do talião que nunca dá certo, e impede o crime, impede a guerra, e esse amor nos faz bem.
A questão toda é saber o que não amar e o que amar!
::Elben M. Lenz César,devocional ultimato.


quinta-feira, 24 de setembro de 2015

A cruz de Cristo

Quanto a mim, que eu jamais me glorie, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, por meio da qual o mundo foi crucificado para mim, e eu para o mundo. (Gálatas 6.14)


A cruz de Cristo não se refere apenas à madeira que Cristo carregou nos ombros, na qual ele foi pregado. Ela também significa todos os problemas do povo fiel de Deus, cujo sofrimento é o sofrimento de Cristo. Paulo fala sobre os cristãos suportarem esses sofrimentos em 2 Coríntios 1.5. Em Colossenses 1.24, ele diz: “Agora me alegro em meus sofrimentos por vocês, e completo no meu corpo o que resta das aflições de Cristo, em favor do seu corpo, que é a Igreja”. Assim, a cruz de Cristo é geralmente uma referência a todas as aflições que a Igreja sofre por amor a Cristo.
O próprio Cristo mostra isso em Atos 9.4 quando diz: “Saulo, Saulo, por que você me persegue?”. Paulo não perseguia a Cristo. Ele perseguia os seus seguidores. Mas quem os toca, toca na pupila dos olhos dele (Zc 2.8). Sabemos, por experiência, que a cabeça é mais sensível do que outras partes do corpo. Pois, se um dedo do pé ou uma outra parte pequena do corpo for machucada, a cabeça reconhecerá o sentimento de dor e a face o demonstrará. O nariz irá franzir, os olhos irão se apertar e assim por diante. Semelhantemente, Cristo, nossa cabeça, faz das nossas aflições as suas e sofre quando nós, seu corpo, sofremos.
É importante nos lembrarmos disso, para que não nos desesperemos quando nossos oponentes nos perseguirem, excomungarem e matarem, ou quando os hereges nos odiarem com uma hostilidade profunda. Devemos nos lembrar do exemplo de Paulo e nos orgulhar na cruz. Tomamos essa cruz não por causa dos nossos próprios pecados, mas por amor a Cristo.
::devocional ultimato

 Uma corrente entre o céu e a terra

Contamos a vocês o que vimos para que vocês estejam unidos conosco, assim como nós estamos unidos com o Pai e com Jesus Cristo, o seu Filho.(1Jo 1.3)

É uma corrente enorme e ainda incompleta. Ela é como a escada de Jacó: liga a terra ao céu e o céu à terra. Começa com o último pecador (até o presente momento) e termina com o Pai e o Filho. A corrente não se parte, não se quebra e não se rompe por uma única razão: cada elo corresponde a um pecador que nasceu de novo e foi incorporado ao corpo de Cristo. Todos os elos são trigo. Nessa corrente não há nenhum elo de joio (o joio está em outra corrente que não chega ao céu, nem ao Pai, nem ao Filho).
João está falando da união mística de um salvo com outro salvo, de qualquer passado, de qualquer tempo e de qualquer lugar. Esses elos todos, ligados entre si, estão também ligados ao Pai e ao Filho, que seguram a corrente para ela não quebrar. O vigor, o entusiasmo, a perseverança, a alegria, a esperança, a certeza da salvação, o transbordamento, a paciência, o domínio próprio – tudo isso e muito mais vêm do primeiro elo, aquele que está na mão direita de Deus.
O que João deseja e está expressando é que os crentes da igreja para a qual ele escreve (não se sabe qual) estejam perfeitamente unidos entre si e com os crentes da igreja da qual ele escreve (também não se sabe qual), “assim como nós estamos unidos com o Pai e com Jesus Cristo, o seu Filho”.
Na memória consciente ou inconsciente de João, está a palavra dita por Jesus na véspera da sua morte: “Eu sou a videira, e vocês são os ramos” (Jo 15.5).
A união de Cristo com a sua igreja é um fato!
::devocional ultimato

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Seja grato

“Regozijai-vos sempre [em sua fé, alegrai-vos e sejam continuamente grato]. Orai sem cessar [orando perseverantemente]. Em tudo [não importa quais sejam as circunstâncias], dai graças, porque está é a vontade de Deus em Cristo Jesus [O Revelado e Mediador de sua vontade] para convosco. Não apagueis (suprimais ou subjugueis) o Espírito [Santo]” (1 Tessalonicenses 5.16-19)

Seja grato por tudo e cuidadoso para não apagar o Espírito Santo ao murmurar, ou você perderá sua alegria. Você pode ser grato, não importa quais sejam suas circunstâncias.
Renove sua mente com os ideais e a perfeição de Deus (veja Romanos 12.2). Se você passar tempo na presença de Deus, pensará de forma diferente sobre si mesmo e sobre as pessoas ao seu redor. Você terá a mente de Cristo e será cheio do seu amor.

::Joyce Meyer

domingo, 20 de setembro de 2015

A disciplina traz sucesso

“De lá, buscarás (desejarás e procurarás como uma necessidade) ao Senhor, teu Deus, e o acharás, quando o buscares (verdadeiramente) de todo o teu coração e de toda a tua alma (e mente)” (Deuteronômio 4.29)
Provérbios 5.23 (AMP) diz que uma pessoa “morrerá pela falta de disciplina e instrução, e a grandeza da sua tolice o desviará e o fará se perder”. Isso não significa necessariamente que uma pessoa morrerá imediatamente, mas a falta de disciplina a levará a situações que causam a morte.
Em seu livro “A Pursuit of God”, A. W. Tozier diz (parafraseando) que Deus coloca em nós o desejo de buscá-Lo, mas temos de nos disciplinar para buscarmos a presença dEle, pois podemos nos tornar muito passivos esperando que Deus inicie um relacionamento conosco. Se você quiser ter uma vida bem-sucedida, discipline-se a buscar a Deus dia após dia.

::Joyce Meyer. lagoinha.com

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Eternamente curados

Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados; num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal serevista da imortalidade” (1 Coríntios 15.51-53)
Foto: Internet
Quero refletir hoje sobre a fragilidade da nossa vida, do nosso corpo humano. Mesmo tendo sido criado por Deus de maneira tão singular e maravilhosa, sabemos que, por causa do primeiro ato de desobediência cometido no Jardim do Éden, nosso corpo perdeu a imortalidade e passou a ser frágil, sujeito à morte.+
As doenças são uma triste realidade em nossos dias, males de todos os tipos assolam nossa sociedade, atinge crianças, jovens, adultos e ninguém está totalmente seguro ou imune a tantas enfermidades que surgem todos os dias.
No entanto, para os que estão escondidos em Cristo e Nele confiam, isso tudo não é motivo para desistir do céu. Muito pelo contrário, é motivo para nos alegrarmos, pois ainda que nosso corpo natural seja atingido pela dor física, sabemos que um dia receberemos um corpo novo, glorificado e imune a todos os tipos de males.
Essa mudança deve servir de motivação a fim de manter viva a nossa fé e esperança. Seremos transformados e nenhum mal nunca mais nos alcançará. A cura que não recebermos aqui, a teremos no Céu. Há propósito de Deus para todas as coisas e lá teremos respostas para todos os porquês que assolam nossa mente e coração.
Acredite, lá seremos eternamente curados, não apenas no nosso corpo físico, mas também nossa mente, coração, alma, emoções. Seremos plenos e desfrutaremos da vida eterna que está reservada para os filhos desde a fundação do mundo.
Que o Senhor nos ajude a manter a fé e nos sustente firmes até o Grande Dia, onde todos verão a Jesus e seremos perfeitos como Ele É!
Deus abençoe!
::Denise Tomaz de Souza – Colaboradora do Portal Lagoinha.com

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Tempo de quê?

Foto: Internet
Quando se abre a Bíblia encontra-se um Deus comprometido com a história humana. Um Deus que ouve o clamor de um povo em sofrimento, um Deus que enxerga ovelhas sem pastor e se comove. Enfim, um Deus que ama. Há diversas intervenções divinas, misericordiosas, a fim de que haja alívio, libertação e salvação. Até que com o nascimento de Jesus, a encarnação do próprio Deus, a mensagem fica mais evidente – o verbo se faz carne (Jo 1.14), e tudo o que se via era graça e verdade.
Em tempos de crise ética, política, econômica, o que esperar? Como agir? Que leitura fazer? Há lição de casa para todo aquele que se diz cristão, afinal, o que não falta é manipulação. Entretanto, ao ver esse Deus da Bíblia, somos inspirados a orar, cheios de esperança.
Nenhuma dor é ignorada, nenhum sofrimento é desconhecido de Deus. As soluções não são mágicas, uma longa trajetória parece ainda nos aguardar, e, fazemos parte daquilo que construímos. Mas, qual o lugar da oração nesses dias.
Mais do que orar por vingança dentro de nossa leitura limitada, de suposta justiça aos nossos olhos turvos, é colocar-se diante de Deus com um coração disposto a ouvir e reconhecer Deus mesmo em tempos difíceis.
Preocupados com o futuro, entregues à ansiedade, engasgamos com o presente, não digerimos o cotidiano, e o mal estar se instala. Abre-se as portas para o desespero, a língua para uma crítica que pouco propõe, sem sabedoria e sem respeito.
Davi, em tempos difíceis, ora e diz: “Contaste os meus passos quando sofri perseguições; recolheste as minhas lágrimas no teu odre; não estão elas inscritas no teu livro? Em Deus, cuja palavra eu louvo, no Senhor, cuja palavra eu louvo, neste Deus ponho minha confiança e nada temerei. Que me pode fazer o homem?” (Sl 56.8,10-11). A oração tem o potencial de nos reorientar, nos trazer paz, nos tratar, nos ajudar a reconhecer e bendizer a Deus.
Salomão, filho de Davi, também ora e numa noite ouve o Senhor, que lhe diz: “se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos…” (II Cr 7.14). O que nos indica a necessidade de orarmos, e que enquanto o fazemos, podemos reconhecer quem somos, a quem verdadeiramente buscamos e entrarmos, ou prosseguirmos, num profundo processo de conversão.
O teólogo Karl Barth dizia que “entrelaçar as mãos em oração é o começo de uma revolução contra a desordem do mundo”. O pastor e professor Eugene Peterson faz a seguinte colocação: “uma vida de oração nos obriga a lidar com a realidade do mundo e de nossas próprias vidas a uma profundidade e a um nível de honestidade raramente experimentados pelos que não oram, além de muita daquela realidade que, certamente, evitaríamos se nos fosse possível”. E o escritor Philip Yancey, comenta que “na oração ficamos perante Deus para interceder por nossa situação, bem como pela situação dos que nos rodeiam. Nesse processo, o ato da oração me dá coragem para participar do trabalho de transformar o mundo num lugar em que a vontade do Pai é de fato feita como é no céu. Afinal, somos o corpo de Cristo na Terra; ele não tem outras mãos a não ser as nossas. E, contudo, para agirmos como Corpo de Cristo, precisamos de uma ligação ininterrupta com a Cabeça [Jesus]”. Ou seja, a oração nos leva a olhar mais uma vez, atentamente, a Jesus. A oração nos conduz a uma observação mais profunda da atitude de Jesus diante da corrupção, da miséria humana, diante dos negligenciados e privilegiados.
Oremos. Para o bem de nossa vida, para o bem da nação, oremos
::Tais Machado,lagoinha.com

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Tenha um novo padrão de pensamento

“Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável” (Salmos 51.10)

Nós nos estabelecemos numa posição de miséria ou alegria pela forma como pensamos com relação às coisas que acontecem na vida. Padrões de pensamento são formas de como nossa mente reage diante de algo. Por exemplo, quando olhamos para nossa agenda hoje, pode parecer que haja muito a ser feito. Mas se escolhermos o padrão de pensamento de que Deus nos ajudará por intermédio disso tudo, nos alegraremos ao ver como tudo se ajustará.
Recusa-se a temer o que deve ser feito. Receba o dia com uma atitude correta, o coração grato, porque você tem um Salvador que está pronto para resgatá-la daquilo que for maior do que você pode suportar. Desfrute a si mesmo e diga: “Recuso-me a viver com medo; e vou desfrutar a minha vida hoje”.
::Joyce Meyer,lagoinha.com