terça-feira, 10 de agosto de 2010

Mensagem Pastoral: “Eu tenho a Marca da Promessa........ ”

Texto Base: (Gálatas 2.20 - 22)

A marca da promessa é parte de um dos belos louvores que cantamos em nossa Igreja, os quais tem sido de fato muito especial em nossos cultos. Ao entoarmos esses louvores temos sentido muita alegria da parte de Deus através da mensagem que eles nos transmitem e tocam profundamente os nossos corações. Mais será que de fato todos estão entendendo, vivendo e sentindo o profundo significado da mensagem que esses louvores nos transmitem? Ou às vezes cantamos e nos alegramos por pura emoção ao vermos outras pessoas expressarem seus “sentimentos”. Sinto profundamente necessário que precisamos fazer uma alta análise em nossa vida para, não tornarmos os nossos cultos em meros encontros de Domingo à noite, ou em um momento puramente emocional que após seu término e ao voltarmos ao nosso convívio natural não sentimos nenhuma mudança em nossas vidas. O texto escolhido para nossa reflexão foi escrito pelo Apostolo Paulo em uma de suas experiências mais profundas em relação ao sentimento da escolha que fez ao lado de JESUS. Escolher seguir a CRISTO em nossa geração tem sido de fato muito desafiante para todos nós, mais naquela época e na situação do Apostolo Paulo, que era um homem de destaque em sua sociedade também foi um desafio de grande proporção. Por isso que precisamos fazer a diferença em nossa vida diante de Deus e dos homens é preciso ser cristão de uma forma mais autentica e não meros evangélicos “GOSPEL” que não fazem diferença entre o mundo e o verdadeiro cristão. Portanto a “MARCA DA PROMESSA” não pode ser somente cantada em nossos cultos, mais sentida e vivida em todos os momentos de nossa vida. No caso do texto proposto o problema vivido na Igreja de Gálatas não era muito diferente do que tem sido vivenciado em nossos dias. Vejamos:

1 – havia um grupo de falsos mestres que estavam tentando persuadir os cristãos de Gálatas a seguirem outros ensinamentos e a não aceitarem os ensinamentos do apostolo Paulo que se baseava nos ensinamentos de CRISTO, o verdadeiro EVANGELHO (Gálatas 1.6 - 23);
2 – o evangelho por eles ensinado “os falsos mestres” consistia em não somente crer em Cristo mais também ligar-se a fé Judaica mediante a circuncisão (Gálatas 5.2), as obras da lei (Gálatas 3.5), e a guardar o Sábado (Gálatas 4.10);

Aplicação prática para nosso dia a dia:

1° - Nesta carta o Apostolo Paulo revela a atitude, inspirada pelo Espírito Santo, de julgamento e indignação para com aqueles que procuram perverter o evangelho original de Cristo e mudar a verdade do testemunho apostólico em ensinamentos meramente humanistas. Essa mesma indignação deve fazer parte do pensamento do verdadeiro cristão que não pode aceitar a mentira em lugar da verdade. 2º – o verdadeiro cristão não deve se envolver com ensinamentos que sejam diferentes dos praticados pelo Verdadeiro Evangelho (Gálatas 1.9); 3° - qualquer ensinamento, doutrina, ou idéia que se originem em pessoas ou mesmo em Igrejas que não estejam em acordo com os ensinamentos e padrões seguidos pelos ensinamentos da Bíblia não podem ser incluídos no evangelho de Cristo;

CONCLUSÃO:

Portanto defendei a chamada e a vocação pela qual fostes chamados. Fomos chamados a verdade do evangelho e não as fantasias que desviam a verdade.

Pr. Manassés Santos

sábado, 7 de agosto de 2010

Uma mensagem aos pais!

Hoje comemoramos mais um Dia dos Pais e nada é mais importante para uma família do que ter um pai que conhece o Deus Todo Poderoso e sabe quais são as responsabilidades que Ele lhe deu. Muitos lares estão sendo destruídos porque os pais não conhecem ou não colocam em prática as suas responsabilidades. Há uma ampla falta de compreensão sobre a natureza da paternidade (Os 4.6). Um pai deve representar a paternidade de Deus para seus filhos. Temos um tremendo chamado diante de nós. Qual tem sido a nossa perspectiva de pai? Temos que transmitir aos nossos filhos os padrões de Deus. Temos que descobrir e colocar em prática o que a Palavra de Deus diz sobre os pais e para os pais.

A responsabilidade de um Pai

Um bom pai conhece o Pai celestial
Um homem não será capaz de entender o que significa ser um bom pai se não conhecer seu Pai celestial. Confiança e dependência de Deus é o que um pai precisa exibir para seus filhos (Jo 20.17).

Um bom pai ama a mãe de seus filhos
A segunda coisa mais importante que um homem pode fazer pelos seus filhos é amar a mãe deles. Os filhos têm uma sensação de segurança quando veem isso. As crianças assimilam tudo o que veem, e os filhos observam como o marido trata sua esposa muito do que se imagina. Uma criança geralmente perde o respeito por seu pai se ele não der à sua mãe a consideração e o amor que ela merece (1Pe 3.7).

Um bom pai ama seus filhos
Amar não é comprar presentes. Amar é ser um presente. O amor também significa corrigir, repreender e disciplinar seus filhos se necessário. Amar seus filhos significa estabelecer padrões para eles. Você precisa dar a seus filhos um amor que imprima valores eternos. Você não deve dar ao seu filho tudo que ele quer. Você deve dar ao seu filho tudo que ele precisa.

Um bom pai é responsável por seus filhos
Os pais têm a responsabilidade diante de Deus de criar seus filhos. Deus não deixa o cuidado e a criação de seus filhos para eles mesmos ou para a sociedade. Ele delegou isso a você.

Quanto tempo você gasta com seus filhos? Você de fato os está educando? Para ser responsável por seus filhos, você precisa gastar tempo com eles, eles devem ser uma prioridade.

Um bom pai ensina e instrui seus filhos
Um pai precisa ler e estudar a Palavra de Deus para que possa ensiná-la aos seus filhos.
Ele precisa conhecer as ordens de Deus. É impossível ensinar alguma coisa que você mesmo não aprendeu (Gn 18.18-19). Quando os pais ensinam aos seus filhos os desígnios de Deus, eles aprendem que vale a pena ouvir quem conhece a Palavra de Deus.

Um bom pai treina e disciplina seus filhos
Nosso Pai celestial tem interesse pessoal em nosso treinamento. Da mesma forma devemos pessoalmente treinar nossos filhos. Ao disciplinar e corrigir seu filho, você está dando esperança a ele. Você dará a ele um sistema de valores para a vida inteira (Pv 22.6).

Um bom pai encoraja seus filhos
1 Ts 2.11-12. Mais três responsabilidades de um bom pai: encorajar, confortar e advertir. Filhos precisam de encorajamento. uma palavra de incentivo. Os pais precisam encorajar seus filhos naquilo que eles estiverem tentando fazer mesmo que não sejam perfeitos.

Um bom pai conforta seus filhos
Filhos precisam também de conforto. Você os encoraja quando fazem algo certo ou quando você quer aperfeiçoá-los em alguma coisa. Para ser um confortador, você tem de ser acessível aos seus filhos.

Um bom pai adverte seus filhos
Os pais também advertem ou exortam seus filhos a viverem uma vida correta. É responsabilidade de um pai advertir seus filhos das consequências de se rejeitar a Deus. Se você estiver caminhando nos caminhos de Deus quando adverti-los, eles respeitarão o Deus do pai deles.

Um bom pai não provoca seus filhos
A impaciência e a aspereza dos pais são caminhos para provocar os filhos à ira (Ef 6.4).

Fonte: http://www.lagoinha.com/

Número de evangélicos não para de crescer e em alguns anos podem mudar o Brasil


Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgada no início de outubro de 2009, mostra uma evolução considerável em diferentes aspectos da vida dos brasileiros. Segundo o sociólogo Alexandre Brasil Fonseca, a participação evangélica mais efetiva neste processo pode ser notada na alteração de certas políticas públicas.

“É um segmento socialmente organizado, que argumenta e luta por suas opiniões. É inegável que isso traz benefícios sociais. Com isso, não é um fato desprezível a histórica participação evangélica em Conselhos de Direitos Civis, nos últimos anos”, revela o sociólogo.

Recentemente uma das maiores revistas do País publicou uma série de matérias em que fazia previsões para o Brasil em 2020. Em uma dessas publicações, a revista aborda o crescimento evangélico. “Estima-se que 50% da população brasileira poderá ser evangélica” daqui a 11 anos, segundo estatísticas do Sepal (Servindo aos Pastores e Líderes).

Ainda de acordo com a revista, “a influência evangélica em 2020 contribuirá para a diminuição no consumo do álcool, o aumento da escolaridade e a diminuição no número de lares desfeitos, já que a família é prioridade para os evangélicos”.

Fonte: Arca Universal

As 10 dúvidas mais comuns sobre virgindade

1) O que vem a ser a virgindade? R: Virgindade ?Estado de pessoa virgem, isto é que nunca praticou um ato sexual, estando puro, intacto, que nunca foi usado;inexplorado. 2) Porque tem crescido o número de adolescentes e jovens que tem tido experiências sexuais tão cedo? R: Conforme pesquisa que realizei durante um ano entrevistando jovens mães (adolescentes e jovens) cheguei a conclusão que existe ainda uma lacuna quando o assunto em pauta é virgindade. Entendo que a família tem a maior porcentagem de responsabilidade em educar e ensinar os filhos, porém a Igreja também tem uma parte na responsabilidade em orientar o jovem, pois a Bíblia Sagrada nos revela claramente a respeito da virgindade, e o porque de ser virgem e o que fazer para guardar-se para o matrimônio. A escola também tem uma boa porcentagem na responsabilidade em passar para o jovem a respeito da virgindade, no entanto vemos não só a escola, mas o Governo e algumas entidades e veículos de comunicação, como as novelas; onde tanto o sexo entre adolescentes como ser mãe independente é normal.

Ao invés de ensinar ao jovem a manter-se virgem até o matrimônio, evitando assim doenças, uma gravidez indesejada ensinando-os a fazer segundo a palavra de Deus, como diz as Escrituras Sagradas; todavia vemos estes ensinando os jovens a como usar o preservativo. Temos consciência que por de trás desta ?preocupação da mídia, existe uma preocupação muito maior em todo este processo de comercialização, que por sinal é bem lucrativo, do que se preocupar como será o futuro destes jovens nos quais entram tão cedo para o mercado do sexo?.

3) Quando a Bíblia fala a respeito da virgindade, ela se dirigi ao homem também?

R: sim. Se analisarmos as Escrituras Sagradas, veremos o apóstolo Paulo dirigindo-se aos homens solteiros, no capítulo 7, respectivamente nos versículos 1e 8 na carta aos Corintios:?...,é bom que o homem não toque em mulher; más por causa da impureza cada um tenha a sua própria esposa; bom seria se os solteiros e viúvos fossem como eu, todavia aos que não conseguem dominar-se, bom é que se casem, pois é melhor casar do que se abrasar?. Entendemos que Paulo exorta o homem solteiro a cuidar das coisas que pertencem ao Santuário de Deus, como também ele mesmo o fez, todavia se for para o homem andar em fornicação, prostituição, antes, seja melhor casar-se e ter uma esposa, pois é melhor casar do que se abrasar.

Tanto na época em que Paulo escreve aos Corintios como nos dias de hoje, muitas pessoas acham que podem andar em adultério, fornicação e continuarem a oferecer sacrifícios agradáveis a Deus, e o Senhor Jesus os receber.Todavia a fornicação, a impureza e o adultério fazem partes das obras da carne, como está registrado na carta aos Gálatas, no capítulo 5: ?Andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne. A respeito das quais eu (Paulo escreve inspirado pelo Espírito Santo de Deus) vos declaro, como já outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam?.

4) Porque o homem valoriza a virgindade no matrimônio?

R: Segundo pesquisas recentes, é grande a porcentagem de homens que procuram para constituir um lar, mulheres virgens.Muitos homens senten-se inseguros, outros por outro lado teen ?medo? de seu desempenho sexual ser comparado com o de outro, e outros ainda teen medo de após terem relações sexuais com a parceira, não satisfazerem-na a ponto de ela procurar outro que lhe satisfaça.Todavia o homem cristão valoriza a virgindade não por tais motivos fúteis, más por ser conhecedor da palavra de Deus, a qual ensina que a mulher virgem é comparada á noiva de Cristo, na qual é pura, santa e imaculada, de um só esposo.(ll aos Corintios 11; 2).

5) A virgindade está fora de moda?

R: Para responder a esta pergunta, vejamos primeiramente o que significa o termo moda: ?costume ou estilo, em geral efêmero, aceito e imitado por um grupo ou meio social em certa época ou lugar?.

A Bíblia nos diz que devemos ser não imitadores de tais modismos efêmeros, pois com a mesma intensidade que aparecem, com o passar do tempo, desaparecem, dando lugar para novos conceitos.

Todavia a Bíblia nos revela na carta aos Efésios (cap 5; 1) para que sejamos imitadores de Deus, no qual é Santo e imutável. Passam-se séculos, porém sua palavra continua a mesma.

Logo; podemos entender que a virgindade não pode ser comparada com o termo ?moda?.

6) Virgindade tem a ver com a cultura de um povo?

R: podemos dizer que cultura de um povo é a herança social que um indivíduo adquiri do grupo em que vive (costumes, tradições, vestuário, alimentação, e etc).Portanto cada sociedade transmite ás novas gerações o patrimônio cultural que recebeu de seus antepassados; todavia há um processo de mudança social que acaba influenciando as informações que foram recebidas de geração em geração,mesmo porque acontece a miscigenação entre os povos, dando início a uma nova cultura.Entendemos então que os usos e costumes mudam conforme a cultura da época; no entanto a doutrina que a Bíblia Sagrada nos revela é imutável, inabalável, inalienável, chegando inclusive a ser o único Livro conhecido mundialmente; no qual afirma que: ?a mulher se deixe a conhecer somente ao seu marido?, isto é que tenha relações sexuais somente depois de consumado o matrimônio monogâmico.

7) Os casais que se guardaram virgens para o matrimônio se arrependeram após o casamento, por não terem tido outras experiências?

R: Não. Durante um ano entrevistei casais de várias classes sociais que se casaram virgens e 98% de 100 entrevistados, disseram que não se arrependeram, e que não se sentiram em desvantagem em relação aos que haviam tido experiências antes do matrimônio; mesmo porque o casamento significa união, ajuste entre duas partes, onde ambos irão apartir daquele momento iniciar uma nova fase de vida; desfrutando não só dos móveis, da casa, e do enxoval que serão usados pela primeira vez,más também do sexo, e juntos, estarão dividindo suas experiências e anseios, e a cada dia surgindo uma nova descoberta.

8) Existe um ?tabu? quanto a se manter virgem solteira?

R: Existe uma diferença entre liberdade e libertinagem.Somos chamados por Deus para sermos livres, todavia as pessoas que não teen base Bíblica, confundem liberdade de ação com libertinagem.Para alguns grupos que vivem dissolutamente, e são escravos da mídia, concordam quando a mesma dá ênfase para o adultério, homossexualismo, lesbianismo, e sexo entre adolescentes e jovens, exposto nas novelas, em filmes, revistas, e etc, achando que ser virgem é um fato ultrapassado.

No entanto aquele que segue os conselhos que o salmista, inspirado por Deus escreve no Salmo 1:?Bem aventurado o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios,nem se detem no caminho dos pecadores, nem assenta na roda dos escarnecedores.Antes tem o seu prazer na lei do Senhor e na sua lei medita de dia e de noite.? A mulher e o homem que não andam segundo o que estes ?tais? grupos com atitudes perniciosas pensam,e sim buscam na palavra de Deus as respostas para os seus problemas, estes serão bem sucedidos,mesmo porque não estão firmados na mídia, que com a mesma intensidade que aparecem, desaparecem, más sim em Cristo, no qual é o mesmo ontem, hoje e eternamente.

9) Porque a Bíblia compara a mulher virgem com a noiva de Cristo?

R: Por que a noiva de Cristo, que é a Igreja, para ser arrebatada com Jesus, tem que estar pura, santa, imaculada e sem mancha, conhecedora de um só esposo, que é Cristo para que não seja contaminada com vãs doutrinas.Da mesma maneira sejam também as mulheres virgens, conhecedoras de um só esposo.Referências: O Evangelho de São Mateus 25; 1 ao 13 , 2º. aos Corintios 11; 2, Levítico 21;14.

10) Perante a Bíblia, como ficam as mulheres que embora não são mais virgens, no entanto tem desejo de casar-se e constituir um lar, e ter uma vida com Cristo?
R: Apartir do momento em que houve arrependimento e confissão, há remissão do pecado.Podemos ler na carta aos Romanos, no capítulo 8, precisamente no versículo 1:?Agora,pois,já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus?.Também na carta aos Corintios capítulo 5 e versículo 17 leremos: ?Aquele que está em Cristo nova criatura é, as coisas velhas já se foram e eis que tudo se faz novo?.

Ao lermos as passagens que retratam a peregrinação de Cristo na terra; veremos com certeza Jesus falando com mulheres adúlteras, ladrões, prostitutas, pessoas enfermas; enfim vemos Jesus perdoando e ?sarando? os corações feridos, dando-lhes oportunidade para iniciar uma nova fase de vida, desta vez em santidade.O caso da mulher pecadora, que se encontra no Evangelho de Lucas, cap.7 e versículos 36 ao 50; nos retrata a história de uma mulher na qual todos a discriminavam por ser ela pecadora, porém esta mulher foi até Cristo,com o coração quebrantado,e Jesus perdoou seus pecados.Vemos casos similares como ?A mulher Samaritana?; ?A mulher adúltera? e outros nos quais vemos Jesus imputando-lhe seus pecados e dando-lhes oportunidade de terem uma nova vida, sem acusações, sem ressentimentos, sem medo do porvir.

Elen Viana Lamarque
Assembléia de Deus ministério Belém - Americana- São Paulo
Fonte: http://www.sexocristao.com/ 

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Juventude - Posso ou devo?

Se me amais, guardareis os meus mandamentos.

Perguntei a um jovem: "como está a sua comunhão com Deus?" Ele me respondeu, com ares de quem não sente a menor crise de consciência: "Não posso dizer que vai bem, mas o básico eu faço: oro antes de dormir e leio um versículo da bíblia, pelo menos". Pobre garoto! Engana-se a si mesmo! Tal relação espiritual em muito se assemelha aos casais de namorados, com relacionamento em estágio terminal: não há o que conversar, não há o que comentar, só se pede, nada se dá, e a culpa é sempre do outro. Para o menino, Deus ainda deveria estar muito contente de haver um rapaz que lê um "versiculosinho" ou que faz uma "oraçãozinha-merreca" antes do ronco. É mais um jovem evangélico, a demonstrar, de forma grotesca e rústica, a péssima qualidade espiritual da igreja do século XXI.

Quando não há comunhão, a grande questão é: "até onde será que eu posso ir? Posso beber? Posso fumar? Posso ficar? Posso transar? Quantas vezes eu posso pedir perdão pelo mesmo pecado? Se ninguém ver, estará tudo bem? Será que não é apenas preconceito, uso e costumes, questões culturais?" Aquele que vive um estado espiritual meramente vegetativo, caça brechas, nas quais possa enquadrar-se como alguém menos pecador do que realmente é. É a vontade de auto-justificar-se à todo custo. Seu cristianismo é pura tradição.

Quando há comunhão, a questão é outra. Não se pergunta: "posso fazer isso?", mas "devo fazer isso? Será que edifica? Será que é construtivo? Isso beneficiará a mim e aos demais? Não será motivo de escândalo? E se um irmão mais fraco me vir assim, estaria eu em paz comigo mesmo e com Deus? O que quero está baseado no amor altruísta?" No coração do legítimo comungante, a glória de Deus e a edificação do próximo vêm em primeiro lugar. O gosto pessoal passa por esses crivos. E as decisões são baseadas nisso, mediante a revelação contida nas Escrituras Sagradas. É a chamada "lei da liberdade em amor", mencionada por Tiago, em sua epístola.

Para Cristo, quem o ama guarda os seus mandamentos. E quem não o ama, não guarda. É simples, não? Alguns considerariam simplista, mas não é. Deus é um ser definido. Não há morno, mas quente ou frio. Não há talvez, mas sim ou não. Não há purgatório, mas céu ou inferno. Deus é tão claro e definido como o código binário, da informática: ou é zero, ou é um. Não há dois ou mais. Ou se está ligado, ou desligado. Ou se é salvo, ou se é perdido. Ou se ajunta, ou se espalha. Ou se é à favor, ou se é contra. Ou se é fiel, ou se é infiel. Ou se está certo, ou se está errado. Citando novamente os dizeres do Senhor, ou se ama a Jesus, guardando os mandamentos, ou simplesmente não se ama.

Você é do tipo que ama a Jesus? Ou nunca lhe passou pela cabeça que o amor, desejado por Cristo, traduz-se em atitudes, não meramente em palavras? É fácil demais nos escorarmos na justificação pela fé, mediante a graça do Senhor. O difícil é entender e aceitar que essa graça, motivada pela fé que ela nos outorga, produz indubitavelmente um fruto, e esse fruto se chama obediência. Quem não obedece, ainda não experimentou, de fato, do amor de Deus em sua vida. O Apóstolo Paulo diz: "o amor de Cristo nos constrange" II Coríntios 5.14. Se o amor de Cristo não estiver a constranger o nosso coração, então não houve salvação, nem justificação, nem regeneração, e estamos perdidos.

E não se está falando aqui de perfeição. Nenhum de nós é perfeito. Nem um de nós é isento de pecado. Todos tropeçamos e caímos. Infelizmente nós ainda não alcançamos a perfeição, e nem a alcançaremos enquanto na Terra. Mas falamos de comunhão: quanto mais próximos do Senhor, mais tocados e transformados somos, e menos coisas erradas e egoístas praticaremos. Em comunhão, subimos os degraus da santificação constantemente, e buscamos não descê-los de novo. Vamos nos esquecendo do que fica para trás, e vamos prosseguindo, sempre melhorando, sempre vislumbrando um comportamento mais correto, mais santo, mais justo, mais perfeito. "Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito." (Pv 4:18). "Irmãos, quanto a mim, não julgo que haja alcançado a perfeição; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus." (Fp 3:13-14)

Mas ainda pecamos, mesmo sendo crentes. Contudo, há uma diferença básica: os que são regenerados pecam esporadicamente, vitimados pelas armadilhas da carne, do mundo e de Satanás. E arrependem-se amargamente, logo após a tragédia, seja ela grande ou pequena. O Espírito Santo nos convence do pecado (João 16.8). Se somos do Senhor, não teremos paz de espírito em meio ao erro. A consciência nos acusará, a vergonha nos corará, a tristeza do Senhor nos enquadrará. Mas é para o nosso bem, "Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação" (2Co 7:10). Seu propósito é disciplinar, para que não pequemos mais. Deus diz, em Primeira João: "Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo." (1Jo 2:1). E, para fortalecimento maior da confiança que temos no Senhor, encontramos também: "Porque sete vezes cairá o justo, e se levantará; mas os ímpios tropeçarão no mal." (Pv 24:16); "Ainda que caia, não ficará prostrado, pois o Senhor o sustém com a sua mão." (Sl 37:24).

Mas os não-regenerados não se arrependem. Erram, zombam, brincam de enganar a Deus manhã após manhã, e, não raras vezes, tentam enganar a si mesmos com uma falsa comunhão, com uma "oraçãozinha-merreca" e um "versiculosinho" por dia. Irmãos, definamo-nos diante de Deus! Saiamos de cima do muro, e escolhamos hoje a quem queremos seguir! "Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor," (At 3:19). A vitória sobre o pecado só é possível quando nos rendemos ao Senhor, e render-se significa recebê-lo como Senhor e Salvador, de verdade, não só da boca para fora. Por que não fazê-lo agora, aqui mesmo, neste momento?

Digamos, se for o nosso caso: "Senhor, perdoa-me, pois sou escravo do pecado. Não consigo libertar-me e nem tenho vontade de libertar-me. Ajuda-me, opera em meu coração, dá-me a fé e o arrependimento necessários, e, com tua mão, segura bem a minha, conduzindo-me à regeneração pela fé em Teu nome. Quero amar a Jesus, e, em decorrência disso, guardar os seus mandamentos, demonstrando todo o meu amor. Por favor, atende-me. Em nome de Jesus, amém".

Deus nos abençoe!

Pr.Wagner Antônio de Araújo
Fonte: http://www.gospeljovens.com.br/

terça-feira, 3 de agosto de 2010

TV - A História de Davi estréia em 2011 na Rede Record

A Record começou a gravar ontem, em uma plantação de trigo na cidade de Madre de Deus de Minas (região de São João del Rey, em Minas Gerais), a minissérie Sansão e Dalila, baseada na Bíblia.

A produção, com 16 capítulos e estrelada por Mel Lisboa e Fernando Pavão, ainda não tem previsão de exibição, diferentemente de A História de Davi, sobre o pastor de ovelhas que enfrentou e derrotou o gigante Golias, tornando-se rei de Israel.

Escrita por Vivian de Oliveira, autora de A História de Ester, A saga de Davi terá 25 capítulos e estreará em janeiro de 2011. As gravações estão previstas para começar em outubro. O diretor, João Camargo, visitou recentemente possíveis locações no Ceará e Rio Grande do Norte, mas não há nada decidido ainda.

Vivian de Oliveira entregará nesta semana os dois primeiros capítulos da minissérie. O elenco ainda está em estudos pela direção de teledramaturgia da rede.

Fonte: R7