segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Permaneça em Deus

“Se vocês permanecerem em mim, e as minhas palavras permanecerem em vocês, pedirão o que quiserem, e lhes será concedido” (João 15.7)
O versículo de hoje nos diz que podemos pedir o que quisermos e nos será concedido se permanecermos em Cristo. A única maneira de tornar isso possível é se ocorrer uma fusão entre os nossos desejos e os desejos de Deus, a medida que amadurecermos nele.
O objetivo de todo crente verdadeiro é ser um com Deus. Isso acontece espiritualmente, quando nascemos de novo, e acontece na nossa mente, na nossa vontade e nas nossas emoções a medida que continuamos a crescer e amadurecer nele. Ao fazermos isso, nossos desejos se tornam os Seus desejos e ficamos seguros em segui-los.
O chamado que Dave e eu temos para o nosso ministério é um bom exemplo disso. O desejo de Deus foi que estivéssemos no ministério e ajudássemos as pessoas da maneira que Ele nos preparou ao nos conceder dons para ajudá-las. Este também tem sido o desejo do nosso coração. Não poderíamos ter passado muitos anos viajando todos os finais de semana, ficando em hotéis e estando longe da nossa família, se o nosso desejo para o ministério não tivesse sido dado por Deus. Ele colocou em nós um desejo tão forte de ministrar que estamos dispostos a fazer qualquer sacrifício necessário ou a vencer qualquer oposição que possa se levantar contra nós para realizar a Sua vontade para nós.
Permanecer com Deus é “andar” com Ele, passar tempo com Ele, viver na Sua presença, e alimentar os desejos que Ele coloca no nosso coração, porque esta é a Sua vontade para nós. Ele fala conosco e coloca desejos em nosso coração para que possamos orar e pedir as coisas que Ele quer nos dar. Ele será fiel em nos conceder os nossos desejos desde que eles também sejam os desejos Dele e que permaneçamos nele.
A PALAVRA DE DEUS PARA VOCÊ HOJE: “Ande” com Deus hoje; Ele é uma companhia maravilhosa.
::Joycer Meyer, lagoinha.com

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Você está ouvindo?

“O Senhor voltou a chamá-lo como nas outras vezes: Samuel, Samuel! Então Samuel disse: Fala, pois o teu servo está ouvindo” (1 Samuel 3.10)
O versículo de hoje vem de uma história em que Deus queria dizer a Samuel o que Ele pretendia fazer em uma determinada situação. Ele teve de falar várias vezes antes que Samuel soubesse que a voz que ele estava ouvindo pertencia a Deus. Quando Samuel entendeu que Deus estava falando com ele, respondeu dizendo: “Estou ouvindo”.
Ouvir a voz de Deus é vital para desfrutar os planos Dele para a sua vida, mas se você dará ouvidos a Ele ou não é uma decisão pessoal sua. Ninguém mais pode fazer isso por você; você precisa fazer isso por si mesmo. Deus quer que você dê ouvidos a Ele. Ele não o obrigará a escolher a Sua vontade, mas fará tudo que puder para encorajá-lo a dizer sim.
Deus quer que você saiba o que Ele quer que você faça, como Ele se sente a seu respeito, e quais são os Seus planos para a sua vida. Provérbios 3.7 diz: “Não seja sábio aos seus próprios olhos”. Em outras palavras, nem sequer pense que você pode dirigir a sua vida e fazer um bom trabalho sem ajuda e a direção de Deus. Quanto mais confiança você tiver de que pode ouvir a voz de Deus, melhor poderá receber a Sua direção e instrução.
Perceba hoje que Deus quer falar com você, que você ouvirá quando Ele falar, e que você dará toda a sua atenção à Sua voz.
A PALAVRA DE DEUS PARA VOCÊ HOJE: Deus tem bons planos para a sua vida e lhe dirá tudo o que você precisa saber. Lembre-se de ouvir!
::Joyce Meyer, lagoinha.com

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Tranquilidade em meio a inquietude

paz
Não sei se os telejornais têm optado por pautas mais negativas nos últimos tempos, mas a verdade é que assistir ao noticiário é o mesmo que se debruçar sobre uma onda de más notícias: crise financeira, seca, perseguição aos cristãos, conflitos entre países, o mundo parece um verdadeiro caos. E possivelmente você tenha ouvido outras notícias que nem tenham chegado às manchetes; alguém próximo que lhe deixou, o filho que resolveu sair de casa, o marido que abandonou o lar.
Recordei-me então de Jesus e lembrei de alguns momentos em que Ele ouviu notícias como as que temos ouvido. Uma das vezes, foi enquanto dormia no barco (Mc 4.35 ao 41). Os discípulos o acordaram com a informação de que o barco estava prestes a afundar devido a forte tempestade. Imagino que essa situação seja a mesma quando despertamos pela madrugada com o som estridente de uma ligação. Geralmente do outro lado da linha tem alguém com uma péssima notícia para lhe dar. Eu já recebi uma dessas ligações em que o coração “gela”. Mas o de Jesus não estremeceu, nem sequer expressou qualquer sinal de medo ou insegurança. Jesus despertou do sono e simplesmente aquietou o mar com algumas palavras.
Jesus também recebeu a notícia que um grande amigo havia morrido (Jo 11.3). Para esse fato, Ele apenas continuou a fazer o que já fazia, sem qualquer sinal de preocupação ou inquietude. Será que Jesus não estava ouvindo o que as pessoas diziam? Por que permanecia tranquilo enquanto qualquer um de nós estaria abatido? Talvez não seja o que Ele sentia, mas o que via. Jesus não era deste Reino e nunca foi. Seu olhar sempre esteve direcionado para o Alto, para o Pai das Luzes.
Olhar para um Deus que pode todas as coisas é saber que você pode descansar em meio a tempestade, que a morte não é um fim e que nele você tem abrigo. Olhar para o Pai não é se esquivar do problema ou fingir que nada está acontecendo, mas fitar a má notícia, sabendo que a Boa Nova chegou primeiro.
:: Érica Fernandes,lagoinha.com

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Entre o pecado e a salvação




“E chamou o Senhor Deus a Adão, e disse-lhe: Onde estás?” (Gênesis 3.9)

Todos nós conhecemos a história de Adão e Eva. Desde pequenos somos ensinados sobre a criação perfeita de Deus, Seu jardim e o quanto o primeiro homem e a primeira mulher “estragaram tudo”, tirando de nós a possibilidade de viver de maneira plena uma relação idealizada por Deus muito antes de criar tudo o que existe, transferindo as nós todas as consequências de rebelião do primeiro pecado.

É fácil pensarmos assim e imputarmos toda culpa aos nossos antepassados, quando nos afastamos dEle; ou então pensarmos que faríamos algo diferente em seu lugar. Mas, provavelmente, não. Somos feitos da mesma estrutura passível por escolha de corrupção instigados pelos maus desejos que insistem em nos deformar e nos levar para longe do nosso Criador. Eu sou Adão e você também. Somos falhos e fracos. Precisamos de alguém que nos vista, nos alimente, nos dirija, e mais do que isso, nos salve.

A culpa não estava em comer uma fruta, mas sim na desobediência. A restrição de Deus ao fruto não era um ato malvado, punitivo e nem doentio de um deus que tem prazer na dor de suas criaturas. Era, na verdade, uma prova do Seu cuidado por nós e uma mostra de resposta do nosso amor por Ele. Deus conhecia o melhor para Seus filhos e, de acordo com isso, os instruía. Ele, porém, não impõe Sua vontade. Tendo todo poder, escolheu nos dar a possibilidade de decidir por qual caminho queremos ir. Como Adão e Eva, temos todos os dias oportunidades de decidirmos ouvir a voz da serpente ou a voz de Deus.

Mesmo quando fugimos de Sua vontade e seguimos pela direção errada, Ele sempre está pronto a nos ajudar e retomar às rédeas, com os braços estendidos para nos receber. Apesar da nossa decadência, muitas vezes escolhendo, rebeldemente, o fruto da desobediência, encontramos NEle a esperança de nossa redenção, através do Filho, aquele que sendo Deus, se fez homem, morreu e ressuscitou para nos resgatar de uma rebelião. Apesar da catástrofe que causamos, Ele vem com socorro e solução.

É em Cristo, por Ele e através Dele que tudo se faz novo. Ele é o caminho vivo que nos leva à vida eterna. Apenas Nele encontramos a salvação. Ele é o meio pelo qual Deus nos encontrou e, mais do que isso, para que nós encontremos a Deus.

O Pai hoje te chama pelo nome, te procura e ainda pergunta onde está você? Ele deseja te encontrar, mesmo sendo um maltrapilho, sujo e nu. Não importa. O que o Senhor espera é que, em meio à cruz ou ao fruto, você escolha pelo caminho que te leve mais perto Dele, eternamente.

Aline Lacerda
Blog Minha Vida Cristã

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Laços sólidos de família

família 1
Que fazer, a fim de contribuir para que a família venha a ser unida e estável? Sem dúvida nenhuma, para que isso aconteça o caráter, a formação e o comportamento daqueles que a lideram são fundamentais. É essencial que as raízes de seus líderes sejam da melhor qualidade, e assim o futuro tronco venha a ser digno e forte. Se o resíduo final não for o amor, em seu mais profundo sentido, nada de bom crescerá lá. Eis a razão de ser tão importante o conhecimento amplo — jamais superficial — de ambos os troncos, o masculino e o feminino.
A explicação para tantas brigas, tumultos, desunião e separação é a entrega comum a arroubos e entusiasmos passageiros, quando homem e mulher se deparam frente a frente, se enamoram e só depois mostram seu verdadeiro rosto (…) Quanta decepção pode acontecer! “Pensei que ele era uma boa pessoa, capaz de amar em paz. Como me enganei! Nada mudou; só piorou.” E pensar, em meio à tamanha hecatombe, que a família foi o grande plano de Deus! E continua sendo; e será para sempre! Eis a razão de ser tão forte e acirrado o ataque satânico contra a instituição família — e cada vez pior!
Aliás, como predisse a Bíblia que aconteceria no final dos tempos: pais contra filhos; filhos contra pais. A pergunta crucial é esta: Estará o homem preparado para desempenhar seu papel de líder na família? E a mulher, possui ela realmente qualidades de liderança? Na verdade, não se exige dos líderes que sejam perfeitos; espera-se, isto sim, que ele e ela sejam os mais equilibrados e sensatos; os mais justos, dignos e amorosos que puderem ser. Na verdade, a família é uma escola, e os dois professores que a lideram — o pai e a mãe — precisam ter base sólida para cumprir o papel de formadores de um lar e de futuras gerações, caracterizados por união espontânea, interesse mútuo, paz, alegria e respeito.
Para alcançar tal estágio — tão invejável — seus líderes têm de galgar os degraus desse “templo” chamado família, isentos de ódio, paixões torpes, distúrbios emocionais, mentira, inveja, ciúmes, desinteresse, pobreza de ideais e principalmente ausência de Deus. Que a arca santa da nossa casa, nossa família, vagueie feliz por sobre as águas, imune às tormentas carnais e emocionais. E chegue finalmente ao porto, enlaçada pelo imensurável amor de Deus, o construtor dessa arca. E que os laços de família carreguem em si o travo da verdade e da dignidade.
::Allinges Mafra,lagoinha.com

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

O sangue de Jesus cobrirá uma multidão de pecados

sexta-feira
Quem fizer um pecador voltar do seu mau caminho salvará da morte esse pecador e fará com que muitos pecados sejam perdoados. (Tg 5.20)
Não é possível que o derradeiro mandamento de Jesus de pregar o arrependimento e o perdão de pecados a todas as nações não incluísse dois outros desafios: o de trazer de volta os desviados e o de reevangelizar as nações outrora cristãs que se secularizaram. Naturalmente, a preferência seria alcançar primeiro os que nunca ouviram o anúncio do evangelho.
Curiosamente, o ministério central dos profetas foi chamar de volta os filhos de Israel para a aliança feita com Abraão e entre eles havia os secularizados, que só pensavam em casas de inverno, casas de verão, camas de marfim, taças enormes cheias do melhor vinho e churrascos e mais churrascos dos novilhos mais gordos (Am 3.15). À vista do processo quase irreversível da secularização, inúmeros países outrora de maioria cristã estão dramaticamente abandonando o evangelho. Desde que aceitaram o evangelho no século primeiro, e até dois séculos atrás, eles eram o celeiro missionário do mundo. Agora se tornaram campos missionários, porque seus descendentes não permaneceram na fé que os pais professavam.
Se a igreja deve dar a assistência ao irmão que está doente do corpo para que seja curado, como diz Tiago, por que não cuidar também do irmão que está doente da alma para que retorne ao rebanho? As parábolas da ovelha perdida, da dracma perdida e do filho perdido dizem mais respeito ao crente desviado do que ao pecador não alcançado (Lc 15).
Se um dos irmãos firmes arrebanhar de novo o irmão desviado, ele “salvará da morte esse pecador e fará com que muitos pecados sejam perdoados”, pois todos os pecados do errante serão confessados por ele e perdoados por Deus. Trata-se, pois, de um ministério glorioso, abençoador e possível.
A Grande Comissão diz respeito ao cristão desviado, ao cristão nominal, ao não mais cristão e aos descendentes de cristãos hoje secularizados, apáticos, céticos, ou mesmo ateus.
Quando o irmão desviado vem, uma multidão de pecados vai!

::Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.