terça-feira, 11 de novembro de 2014

Crianças cristãs torturadas pelo Estado Islâmico buscam abrigo na Turquia

"É por isso que eu choro; as lágrimas inundam os meus olhos. Ninguém está por perto para consolar-me, não há ninguém que restaure o meu espírito. Meus filhos estão desamparados porque o inimigo prevaleceu." Lamentações 1.16

10_Siria_reuters

O profeta Jeremias parece descrever em seu livro o que acontece na Síria, hoje. A Human Rights Watch informou que mais de 150 crianças curdas (maioria cristã) foram espancadas por membros do EI e obrigadas a assistir a vídeos de decapitações durante seis meses. Reféns só foram libertados após completarem a "educação religiosa".
 
 Os meninos disseram que não receberam explicações para a libertação, exceto a de que a "educação religiosa" tinha acabado. As últimas crianças liberadas estão agora buscando abrigo na Turquia, segundo a organização de direitos humanos.

Os sequestradores, que vieram da Síria, Jordânia, Líbia, Tunísia e Arábia Saudita, teriam dito às crianças mais velhas que dessem o endereço de parentes, ameaçando: "Quando nós formos a Kobane, vamos pegá-los e cortá-los em pedaços”.

Outras crianças curdas e adultos ainda estão em cativeiro, segundo a ONG. O Estado Islâmico também é acusado de manter cerca de dez reféns ocidentais, incluindo jornalistas estrangeiros.
O grupo conquistou territórios do Iraque e da Síria, e seus combatentes mataram ou expulsaram os muçulmanos xiitas, cristãos e outros integrantes de comunidades que não compartilham a interpretação estrita do Alcorão.

As crianças relataram que eram forçadas a rezar cinco vezes por dia e que eram submetidas à educação religiosa intensa. “Aqueles que não estavam em conformidade com o programa foram espancados. Eles nos batiam com uma mangueira verde ou um cabo grosso. Também bateram nas solas dos nossos pés", contou um dos meninos. "Algumas vezes, encontravam motivos para nos espancar sem razão. Eles nos fizeram decorar trechos do Alcorão e batiam em quem não conseguia aprendê-los”.

O papel da Igreja Perseguida na Síria é resistir à perseguição crendo que Deus está no controle; o nosso papel como família da fé é orar pelos cristãos perseguidos identificando-nos com eles e crendo que Deus responde ao clamor de seus filhos.


Pedidos de oração

  • Peça a Deus que use de misericórdia para com seu povo e proteja cada família, em especial as crianças.
  • Clame pelo fortalecimento da Igreja a fim de que possa liberar perdão aos perseguidores e permanecer firme na fé em meio à situação tão cruel e adversa.
Fonte: Portas Abertas

segunda-feira, 10 de novembro de 2014


O clamor dos clamores é pedir perdão!

perdão

Foto: Internet

Quando Davi foi obrigado a fugir de Jerusalém por ter sido derrubado do trono pelo próprio filho, certo parente de Saul, chamado Simei, aproveitou-se da ocasião e começou a chamar o rei de criminoso, a amaldiçoá-lo e a jogar pedras e terra sobre ele. A guarda pessoal não obteve permissão de Davi para cortar a cabeça de Simei (2Sm 16.5-14).

Poucos dias depois, a revolução fracassou e Davi voltou vitorioso para Jerusalém. Simei, então, foi ao encontro do rei para pedir-lhe perdão: “Ó rei, eu peço que perdoe o mal que lhe fiz no dia em que o senhor saiu de Jerusalém. Esqueça o que eu fiz; nunca mais pense nisso. Eu sei que fiz uma coisa errada e é por isso que sou a primeira pessoa das tribos do Norte a vir encontrá-lo hoje” (2Sm 19.16-23).

Esse pedido de perdão é benfeito e serve de modelo para todos que dele precisam. Além de confessar humildemente o seu pecado, Simei pediu o perdão que só o Senhor costuma dar. Quando perdoa, Deus não se lembra mais das nossas faltas nem pensa mais nelas. Ele tem compaixão de nós e lança os nossos pecados no fundo do mar (Mq 7.19).

Pedir perdão a Deus vale mais do que suplicar alívio para o sofrimento, cura para a doença e prosperidade material. O clamor dos clamores é pedir perdão. Depois de ter sujado o seu nome e o nome de Deus, adulterando com Bate-Seba e matado o marido dela, Davi correu atrás do perdão e o obteve. Ele mesmo conta como resolveu o seu problema de culpa com Deus: “Enquanto não te confessei o meu pecado, eu chorava o dia inteiro. Dia e noite, a tua mão pesava sobre mim. Minhas forças foram-se esgotando como a seca faz com um pequeno riacho. O sofrimento continuou até que eu acordei. Então reconheci diante de ti o meu pecado e não encobri mais minhas culpas. Preferi confessar as minhas transgressões – e não é que tu me deste pleno perdão! Como é feliz aquele cujo pecado é perdoado, aquele cuja consciência não o acusa mais, aquele cuja dívida é cancelada, aquele cuja culpa é lançada no fundo do mar, aquele que não tem mais insônia!” (Paráfrase do Salmo 32).

No mundo há bilhões de seres humanos pecadores. Antes de pecar contra a criação e a criatura, eles pecam contra Deus. Eles estão sempre precisando de perdão.

Grosso modo, mesmo depois de convertido e perdoado, o pecador continua pecando e propenso ao pecado. Mas, se confessar o seu pecado, ele volta a obter o perdão de Deus quantas vezes forem necessárias. O pecado repetido leva à confissão repetida e ao perdão repetido. O perdão repetido de Deus é o maior valor que o ser humano pode obter. Vale muito mais do que um negócio bem-sucedido, um carro novo, uma casa no campo e outra na praia.

Ao pecar, o pecador assume uma dívida – uma dívida que precisa ser perdoada ou cancelada e não paga, o que é possível apenas pela maravilhosa graça. Na oração do Pai-Nosso, Jesus nos ensina a pedir ao Pai: “Perdoe as nossas dívidas” (Mt 6.12).

:: Ultimato. Fonte : lagoinha.com

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

ORGANISMO VIVO!

          

         A Igreja do Senhor não é apenas uma organização, mas um organismo vivo, onde Deus concede a capacidade de crescimento e multiplicação. A igreja tem uma responsabilidade individual e coletiva de frutificar, preservar o ensino, a comunhão, o partir do pão e as orações para que as gerações vindouras permaneçam fiéis e firmes na doutrina (Atos 2.42) e assim sejam multiplicadores da multiforme graça do Senhor (Ef 3.10).
         Deus tem um propósito em tudo o que faz, a Igreja tem uma razão espiritual de existir. Existe para Proclamar, Ensinar, Servir, Comungar e Adorar, (P.E.S.C.A.) honrando assim o Nome do Senhor. Tem também um propósito humano. Um desígnio social – Cuidar dos necessitados, exercendo misericórdia e amor (Lc 6.36; I Jo. 3.17,23). Com relação aos salvos – Existe para edificar, nutrir, aperfeiçoar os que são cristãos (Cl 1.28; Ef 4.12,13). Com relação aos perdidos – Para anunciar o Evangelho, alcançando novas pessoas (At 1.8; Mt 28.19). Wayne Gründem renomado teólogo afirma: “a igreja tem o propósito de manter esses propósitos em equilíbrio.” Segundo Gründem, “nenhum propósito é mais importante do que o outro; nenhum deve ser enfatizado à custa do outro; nenhum pode ser negligenciado”. Igreja bíblica forte é a que mantém esses propósitos em equilíbrio. Se a Igreja extravasa na adoração a Deus, mas, não ensina seguindo os preceitos da Palavra de Deus, seus membros serão superficiais, imaturos e soberbos. Se a evangelização é negligenciada, fica infrutífera, voltada unicamente para si. Se apenas ensina, produz cristãos cheios de conhecimentos, porém, infrutíferos e cheios de si, secos, áridos. Se há dedicação apenas na evangelização, acabará crescendo, porém, sem firmeza doutrinária e santidade pessoal, carnais.
A Igreja do Senhor precisa edificar os seus membros (crescimento através do ensino totalmente convergente com a Palavra de Deus), precisa também avançar (proclamar, evangelizar de acordo com a vontade de Deus). Ela precisa crescer para cima e para frente, sem esquecer quem dá o crescimento (I Co 3.7).
A seara é grande e poucos são os trabalhadores (Mt 9.37), que na maioria das vezes, estão longe tanto da obra como uns dos outros, indicando falta de comunhão, visão, preparo e disposição, etc... Sendo pequenos focos os que se levantam, e essa falta de unidade impede o avanço progressivo e sistemático que é saudável e consistente.
Jesus é quem edifica a Sua igreja (Mt 16.18). É o dono desta edificação. Nós somos o material usado nesta construção. O projeto, a planta, e os recursos, vêm d’Ele, que administra e comanda a obra. Mas são os pedreiros, seus servos, quem constroem. 
Não podemos negligenciar nenhum dos propósitos de Deus para sua igreja, mesmo sendo trabalhoso e, não poucas vezes, incompreendidos, devemos olhar para o consumador da nossa fé (Hb 12.2), que nos dá força para continuar crescendo para frente e para cima seguindo o Caminho (Jesus) que é a verdade e a vida e sem O qual não chegaremos ao Pai (Jo 14.6)

Dos escombros, pedras são selecionadas (Sl 65.4; Jo 15.16) para serem colocadas na parede do templo (Sl 15.1; 24.3; 46.4), mas antes, estas pedras são lapidadas (Is 59.1,2; At 2.37,38). A Igreja que Jesus está edificando precisa ser levantada e precisa também avançar, isto é, crescer para cima (edificando) e para frente (evangelizando).

Observemos o que Jesus nos ordenou e obedeçamos sem reservas, “...a tempo e fora de tempo, repreenda, corrija, exorte com toda a paciência e doutrina.” (II Tm 4.2). “Ide, portanto, fazei discípulos (avançar, multiplicar) de todas as nações... ensinando-os (edificar) a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado” (Mateus 28.19-20) “Assim, pois, as igrejas em toda a Judéia, e Galileia e Samaria tinham paz, e eram edificadas; e se multiplicavam, andando no temor do Senhor e consolação do Espírito Santo” (Atos 9.31). “De sorte que as igrejas eram confirmadas na fé, e cada dia cresciam em número” (Atos 16.5)


“Que as palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração, sejam agradáveis a Ti, Senhor, Rocha minha e Redentor meu” Sl 19.14


João Cruz – discípulo de Cristo

terça-feira, 4 de novembro de 2014

A Unidade gera bençãos

“Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união! … É como o orvalho do Hermom quando desce sobre os montes de Sião. Ali o Senhor concede a bênção da vida para sempre” (Salmos 133.1,3)

Se você tem orado por alguma coisa e não parece estar ouvindo Deus, talvez precise chamar alguém para orar em concordância com você. Esse tipo de unidade é uma dinâmica espiritual poderosa, e de acordo com os versículos de hoje, ela é boa e ordena a bênção de Deus.

Quando duas ou mais pessoas entram em concordância, Jesus promete estar com elas, e a sua presença exerce mais poder do que podemos imaginar em nossas vidas e nas circunstâncias que nos cercam. Ele diz em Mateus 18.19-20: “Se dois de vocês concordarem na terra em qualquer assunto sobre o qual pedirem, isso lhes será feito por meu Pai que estás nos céus. Pois onde se reunirem dois ou três em meu nome, ali Eu estou no meio deles”. Deus também está conosco como indivíduos, mas o nosso poder aumenta quando nos reunimos em unidade e concordância. A Bíblia diz que um pode colocar mil para correr e dois podem perseguir dez mil (ver Deuteronômio 32.30). Gosto desse tipo de matemática!

Em função de a bênção de Deus residir na unidade e de Sua presença estar com aqueles que concordam no Seu nome, o inimigo trabalha diligentemente para dividir as pessoas, gerar conflitos nos relacionamentos e manter as pessoas em divergência umas com as outras. Precisamos entender o poder da unidade e da concordância, e necessitamos exercitar esse poder falando com Deus e ouvindo a Sua voz junto com os outros.

A PALAVRA DE DEUS PARA VOCÊ HOJE: Não deixe de orar com os outros.
::Joyce Meyer. Fonte: lagoinha.com

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

NÃO EXISTEM ATALHOS PARA SANTIDADE

           
A vontade de Deus sempre foi revelar Sua gloria, e isso é notório, pois desde o principio de toda criação Ele, tem se revelado de maneira extraordinária e muitas vezes através de seus profetas, apóstolos e discípulos.
            Na intenção de que o que foi quebrado pelo pecado original (Rm 3.23; 5. 11-21) seja reatado através de Sua graça revelada em Cristo Jesus na Cruz do calvário (Ef  2.8,9).
             O tema do congresso da mocidade deste ano, de uma de nossas congregações, "não existe atalhos para santidade",  soou como uma agradável palavra da parte de Deus ao nosso coração, e foi através desse tema que pude observar que uma das principais características que precisamos ter para alcançarmos a santidade é vivendo uma vida digna que agrade ao Senhor nosso Deus, e demonstrar que o reconhecemos como Deus e Senhor de nossa vida, (Lv 11.44).
            Vivemos em uma geração muito criativa, cheia de formas e todo tipo de atalhos para agregar pessoas ao seu grupo social ou igreja, uma geração que não se preocupa com o que é essencial, que é conhecer a Deus e entender Sua Palavra e conduzir pessoas a se convencerem de seus pecados (Rm 6.23), aceitando a Jesus como seu Senhor e Salvador, e ter uma mudança de vida real. Nesse sentido temos falhado muito não dando lugar a Deus como deveríamos, O buscando com todo fervor e desejo de receber mais de Sua graça e unção (Is 55.6,7,8). O texto de Números 33.51b-52, fala da ordem que Deus deu aos Israelitas para que destruíssem completamente todos os cananeus da terra de Canaã, mas eles não obedecendo a Deus, não os destruíram, por acharem que aquele povo era insignificante, e certamente que não trariam prejuízos a nação. Porém foram esses cananeus que trouxeram a destruição para Israel.  Foram eles que ensinaram as práticas abomináveis que eles cometiam ao povo e que levaram o povo a adorar outros deuses.  Isso foi uma incompetência no conhecimento da verdade de Deus revelada. Lembro-vos do tema deste ano de 2014 para nossa igreja, que está em Filipenses 1.27, "portai-vos, dum modo digno do evangelho de Cristo".
Com essa palavra convido-os para observarem os itens que se seguem abaixo.

1- A amizade dos Israelitas com os cananeus foi tão intensa que eles passaram a cometer pecados piores do que os próprios cananeus,
2- Assim como pensaram os Israelitas que os cananeus seriam inofensivos para eles, e por isso não obedeceram a ordem de Deus, pode ser que um relacionamento não saudável espiritualmente, um mau hábito, uma amizade com alguém que não compartilha de seus valores cristãos esteja atrapalhando o seu relacionamento com Deus,
3- Os efeitos prejudiciais do pecado são até visíveis, mas o embaraço nem sempre é perceptível, por isso mutos cristãos vivem num embaraço tão profundo que não prosperam na fé (Hb 12.1)
 4- Não se iluda, o pecado não é controlável. Uma das estratégias de satanas é procurar alimentar a ideia de que certas coisas podem ser controladas, que não são ofensivas, e que nós podemos nos envolver com elas, porém o envolvimento com elas sempre nos traz destruição para nossa vida espiritual.

            Eu quero concluir dizendo que devemos a todo instante procurar viver uma vida íntegra e vigilante, para que nenhum tipo de embaraço venha nos conduzir a ruína espiritual.
            Tomemos como exemplo para nossa vida o povo de Israel, que por não acatarem a ordem de Deus, sofreram as duras consequências de sua desobediência.
            Por  essa razão precisamos obedecer  ao Senhor de forma completa, sem vacilar, sem duvidar.

No amor de Jesus Cristo,
Pastor Manassés Santos