quinta-feira, 28 de maio de 2015

Operando em sabedoria

“Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis (inescrutável, indecifrável) são os seus juízos (suas decisões), e quão inescrutáveis (misteriosos, encobertos), os seus caminhos (sua maneira de agir, suas veredas)!” (Romanos 11.33)
Sem sabedoria podemos tomar decisões lamentáveis e, mais tarde, nos perguntarmos por que não oramos antes de decidir. É sábio buscar a Deus toda manhã antes que comecemos a tomar decisões, para que possamos saber antecipadamente o que devemos fazer e, então, receber graça por fazê-lo. A sabedoria nos impede de termos uma vida cheia de decisões lamentáveis.
Jesus operava com sabedoria. Quando outros iam para casa descansar, Jesus ia para o Monte Oliveiras passar tempo com Deus. E, bem cedo (de madrugada), Ele ia ao templo ensinar as pessoas (veja João 7.53 – 8-2). Jesus sempre passou tempo com o Pai antes de ministrar às multidões. Se Jesus precisava de tempo com Deus, precisamos muito mais. Caminhe em sabedoria hoje.

::Joyce Meyer, lagoinha.com

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Declare seu amor a Deus

Foto: Internet

Dias atrás, durante um devocional diário, a orientação do Espírito Santo foi para que minha oração daquela manhã fosse algo que expressasse meu amor e reconhecimento pelo que Deus tem feito por mim.
Mais do que fazer pedidos, muitas vezes precisamos reservar parte do nosso tempo para adorá-lo e expressar nossa gratidão. Por isso, hoje, quero compartilhar uma parte do que declarei ao Senhor e encorajá-lo a fazer o mesmo, seja por meio de um poema, um desenho, uma oração.
Logo ao amanhecer, no meditar da doce Palavra de Deus, sinto o quanto me amas.
Importa-se com cada detalhe dos meus dias e nada está oculto diante de Ti, pois tudo sabes sobre mim
Meu coração é Teu Altar
Ainda que o bravo mar tente me assolar
Suas mãos estendidas
Trazem-me de volta à vida
Sua presença é tão sublime
Que nem infinitas palavras exprimem
Ainda assim, estás comigo
Pois viver sem Ti não consigo
És meu amor maior
És minha paixão que não fenece
E com todos os meus dias quero Te honrar
Para em breve ao Céu chegar.
Deus o abençoe e que o Espírito Santo o encoraje a fazer algo diferente neste dia!
::Denise Tomaz de Souza – Colaboradora do Lagoinha.com

terça-feira, 26 de maio de 2015

Você gosta de ser criticado?

Nossas palavras podem construir ou destruir pessoas
Foto: internet








Como a maioria daqueles que acessam a internet hoje em dia sabem, nosso mundo está cheio de críticas. É muito fácil expressar nossa opinião sobre alguém ou alguma coisa, e ter um retorno imediato. Isso acontece porque muitos têm algo a dizer, mas não sabem como fazê-lo, e acabam ofendendo outras pessoas.
É muito comum encontrar pessoas cheias de críticas destrutivas. Elas dificilmente se engajam em alguma coisa. Sua primeira inclinação é a de julgar. E aqueles que julgam com facilidade normalmente são fechados, negativos e pessimistas. No entanto, o oposto também é verdadeiro: aqueles que expressam sua crítica de forma construtiva, demonstrando novas ideias e sabedoria, são mais engajados, abertos, humildes e sinceros.
A crítica pode ser um ótimo professor para aqueles que estão dispostos a aprender. Pode servir como um tijolo em uma construção, ou como uma bola de demolição. Por isso, temos que fazer algumas perguntas antes de expressar o que estamos pensando:
Quero “melhorar algo” ou apenas “estar certo”?
A melhor crítica é altruísta, porque não existe o interesse de provar alguma coisa ou ganhar uma posição de destaque. Ao contrário, o intuito é o de ver os outros melhorarem.
Quero falar apenas sobre o que está dando “errado”?
Uma crítica construtiva se concentra nas questões que se tem em mãos. Mesmo quando temos que falar algo a um familiar ou amigos próximos, nunca devemos cair nas rotulagens, xingamentos ou na acusação. Quando a linha entre discutir opiniões, crenças ou atitudes e julgar as motivações ou caráter da pessoa é atravessada, a questão já foi longe demais. Se formos capazes de manter esse limite, daremos um passo na direção certa.
É uma crítica ou um ataque?
Devemos enfatizar todas as coisas que deram certo até então. Ressaltar somente o que deu errado, mostra que não há a mínima intenção de ajudar. Antes de oferecermos uma crítica, precisamos nos lembrar de que temos a oportunidade de encorajar os outros a continuarem – sejam nossos líderes, auxiliares, pastores, pais ou filhos. Todos precisam de incentivo.
Se formos capazes de dar esses pequenos passos, com certeza ofereceremos críticas construtivas e colocaremos um princípio que sempre edificará e melhorará a vida uns dos outros, o de que “amar é melhor do que estar certo”.
:: Comuna

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Participando do mundo de Deus por meio da oração

Foto: Edemias Del Mestre







A oração é o retrato da alma. É nossa identidade espiritual, a impressão digital do cristão. A maneira como oramos e o conteúdo de nossas orações revelam o que pensamos sobre Deus e o que pensamos sobre nós. A melhor forma de conhecer a teologia e o caráter de uma pessoa ou de uma igreja é observar sua oração. É por isso que gosto de meditar nas orações na Bíblia. Gosto também de observar a forma como oramos. As orações do apóstolo Paulo em sua Carta aos Efésios nos ajudam a perceber sua teologia e seu caráter. Meditando nelas, percebemos que existem duas formas de orar: a primeira é quando apresentamos nosso mundo a Deus. A segunda é quando participamos do mundo dele.
Na primeira forma de oração, que é mais comum entre nós, oramos por nossa família, trabalho, saúde, projetos e outras necessidades pessoais. Deus quase sempre é invocado para atender a essas necessidades e emergências. Elas constituem o centro das orações. São orações que dizem respeito mais a nós do que a Deus. Outra forma de orar é quando participamos do mundo de Deus. Oramos a partir daquilo que ele tem feito, das grandes realizações de sua graça em nosso favor. É o mundo de Deus, não o meu, que constitui o centro da oração.
É assim que Paulo ora. Ele começa agradecendo as bênçãos com que Deus nos têm abençoado nas regiões celestiais em Cristo. Ele é grato pelo fato de que Deus nos escolheu em Cristo, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis. Louva a Deus por nos ter adotado como filhos e filhas, por sua eterna bondade. Agradece pela redenção e libertação do pecado e reconhece a riqueza da graça de Jesus Cristo. É grato a Deus pela revelação de sua vontade e pela dádiva do seu Espírito, que sustenta nossa salvação.
Ele segue orando e suplicando para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo conceda à igreja espírito de sabedoria e revelação para o pleno conhecimento de Jesus Cristo. Para que Deus abra os olhos do seu povo para que compreendam a esperança da vida em Cristo, o poder da ressurreição pelo qual agora vivemos e a exaltação e glória de Cristo. Mais do que ser liberto da prisão, seu grande desejo é ver seus irmãos e irmãs tendo um conhecimento verdadeiro de Cristo e crescer em direção à sua real humanidade.
Ele coloca-se de joelhos diante do Pai e súplica para que Cristo habite nos corações do povo de Deus, transformando seu interior, para que possam, juntos, compreender a riqueza do amor de Cristo que transcende toda a compreensão humana e ser tomados de toda a plenitude de Deus. São esses os motivos de gratidão e as súplicas de Paulo. É uma oração na qual podemos perceber a teologia e também o caráter do apóstolo. Antes de apresentar seu mundo a Deus, ele busca participar do mundo de Deus. Sua preocupação não se limita às necessidades pessoais. Não são suas prisões ou reputação que têm prioridade em suas súplicas. Sua atenção não está em sua saúde ou bem-estar. O que ele revela em sua oração é a paixão pela obra de Cristo, o desejo de ver o povo de Deus crescendo em direção a Cristo.
Podemos e devemos apresentar nosso mundo a Deus por meio da oração. Interceder pela família, trabalho, saúde e outras necessidades pessoais e comunitárias é parte de nossa resposta ao chamado de Cristo. No entanto, se permanecemos apenas conosco, atrofiamos a alma. Concebemos a oração a partir do nosso mundo e não do mundo de Deus. Das nossas necessidades e não das gloriosas riquezas de Cristo. Nossa compreensão de Deus torna-se confusa e a experiência de oração, frustrante.
A oração sempre começa com Deus e não conosco. O que Deus fez por nós em Cristo precede o que ele faz por nós em nossas necessidades diárias. Participar do mundo de Deus nos ajuda a entender a forma como Deus participa do nosso mundo. Se permanecemos com aquilo que Deus fez e segue fazendo em Cristo, crescemos na medida da estatura de Cristo.
::Ricardo Barbosa de Sousa,lagoinha.com

sábado, 23 de maio de 2015

A disposição de Ananias

amigo
Existem homens e mulheres que a Bíblia relata que chamam nossa atenção. Abraão, Davi, Débora, Ester, Josué e tantos outros. A história de cada um nos motiva e impulsiona para avançarmos cada dia mais, por meio dos feitos de Deus por intermédio deles.
Um homem que teve a vida completamente transformada por Jesus foi Paulo. Sua história começa a ser relatada em Atos capítulo 8, porém a primeira menção dele não foi boa. Estevão estava sendo apedrejado por muitos, e o primeiro verso do capítulo 8 diz que Saulo aprovou a morte de Estevão.
Após esse episódio, a Bíblia relata Saulo perseguindo a Igreja de Cristo. Mas como Cristo é misericordioso e abundante em graça, Saulo é alcançado por esse amor imerecido. Jesus se revela a ele. A partir desse momento sua vida começa a ser transformada.
Existe um outro homem, não tão conhecido, cujo nome era Ananias. A Bíblia o descreve simplesmente como seguidor de Jesus. Podemos aprender muito com a vida de Ananias. Ele não é tão “famoso” quanto Paulo, mas sua vida nos deixa uma grande lição. Enquanto Saulo estava cego por três dias, Jesus diz a Ananias para se dispor e ir até Saulo, pois ele era escolhido do Senhor para Sua obra.
Ananias ficou com medo, Saulo era perigoso e portava uma carta que dava aval para prender os cristãos que encontrasse. Mesmo com medo, Ananias obedeceu a direção de Jesus e foi ao encontro de Saulo, impôs as mãos sobre ele, que voltou a enxergar e foi batizado. Saulo se torna um grande homem de Deus e passa a se chamar Paulo.
Para Saulos se tornarem Paulos é necessário que os Ananias se disponham. Por quantas vezes inferiorizamos pessoas por não serem populares, ou por não ser notório aos nossos olhos o que Deus faz por meio dessas pessoas? O desejo de crescer em Deus é algo lícito. Precisamos desejar conhecê-lo cada dia mais. O problema está em querer crescer, idealizar ser como tantos homens e mulheres que a Bíblia relata, ou que Deus tem levantado nos nossos dias, mas não nos dispormos a ajudar aqueles que se tornarão grandes Paulos.
Precisamos entender nosso chamado. Se nosso papel é ajudar Saulos, vamos com toda ousadia nos dispor! Não menospreze suas tarefas nem a de outros. Não somos melhores ou piores, apenas temos algo específico em Cristo para cumprir.
Se meu chamado é fazer de Saulos grandes Paulos, o farei com alegria!
:: Vanessa Capochim, lagoinha.com

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Um peso e uma medida para todos

Ele julga com igualdade as pessoas, de acordo com o que cada uma tem feito. (1Pe 1.17b)

Todos estão sujeitos ao julgamento de Deus. Tanto os salvos quanto os não salvos, cada um a seu tempo. É preciso que seja assim para que haja justiça e para que Deus não esteja associado a nenhuma injustiça. O julgamento não é só para condenar os culpados, é também para absolver os que, embora culpados, foram perdoados dos seus pecados e tornados justos, como declara o apóstolo: “Agora já não existe nenhuma condenação para as pessoas que estão unidas com Cristo” (Rm 8.1).
Pedro está dando a boa notícia de que Deus “julga com igualdade as pessoas, de acordo com o que cada uma tem feito”. Ele não usa dois pesos e duas medidas. É sempre o mesmo peso e a mesma medida, não importa o gênero, a idade, a raça e a cultura de quem vai ser devidamente avaliado. Isso serve tanto para o julgamento dos não crentes como para o dos crentes.
No primeiro caso, o juízo será mais severo ou menos severo dependendo das oportunidades de conversão que o culpado teve. Por exemplo, no dia do juízo, Deus terá mais pena das cidades de Tiro e de Sidom do que das de Corazim e de Betsaida, nas quais Jesus realizou vários milagres (Lc 10.14). Se além de cometer pecados graves, o pecador comete mais um, o pecado de hipocrisia, com o qual pretende dar uma impressão de ser inocente – o castigo dele será pior (Mt 23.14). Na Carta aos Hebreus, há uma pergunta muito séria: “o que será que vai acontecer com os que desprezam o Filho de Deus e consideram como coisa sem valor o sangue de Deus que os purificou?” (Hb 10.29).
A prática das boas obras não cancelarão as más obras (somos salvos inteiramente pela graça), mas elas serão lembradas e recompensadas no julgamento daqueles que já têm a salvação. No calendário de Deus, há um dia em que a qualidade e a variedade das nossas obras, como crentes, serão avaliadas e, de alguma maneira não revelada, recompensadas. Nesse dia, os crentes poderão perder o galardão, mas nunca a salvação (1Co 3.13-15).
Nossas obras podem ser madeira, capim e palha, que o fogo destrói; ou ouro, prata e pedras preciosas, que o fogo purifica!
>> Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.